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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Cuidado com a sua Dieta

Carboidratos (glicídios)

Os carboidratos fornecem a maior parte da energia
necessária para manutenção das atividades das pessoas.
A ingestão diária recomendada de carboidratos
é de 50% a 60% do valor calórico total. Eles são encontrados
nos amidos e açúcares e, com exceção da
lactose do leite e do glicogênio do tecido animal, são
de origem vegetal.
O açúcar pode ser adicionado ou estar presente
naturalmente nos alimentos. Diferentemente dos demais
macronutrientes (proteínas e lipídios), os carboidratos
(glicídios) transformam-se em glicose mais
rapidamente.
Os carboidratos são classificados em simples e
complexos.Glicose, frutose, sacarose e lactose são os
carboidratos simples mais encontrados nos alimentos,
estando o amido entre os complexos.
Os carboidratos simples são formados por açúcares
simples ou por um par deles; sua estrutura química
faz com que possam ser facilmente digeridos e mais
rapidamente absorvidos. Como exemplo temos açúcar
de mesa, mel, açúcar do leite e das frutas, garapa,
rapadura, balas, muitos chicletes, doces em geral, refrigerantes,
entre outros.
Já os carboidratos complexos são formados por
cadeias mais complexas de açúcares, podendo sua
digestão e absorção ser mais prolongada.
Alguns alimentos que contêm carboidratos complexos:
• cereais e derivados, como arroz, trigo, centeio,
cevada, milho, aveia, farinhas (de trigo , de
mandioca, de milho), massas, pães, biscoitos,
tapioca, cuscuz, macarrão, polenta, pipoca;
• tubérculos: batata-doce, batata, inhame, cará,
mandioca, mandioquinha;
• leguminosas: feijões, ervilha, lentilha, grão-debico e soja.
No entanto, o tamanho da cadeia ou estrutura
química não é o único determinante da velocidade
de digestão e absorção sob a forma de glicose.
Ou-tros fatores relativos a composição dos alimentos e
preparação, entre outros também têm influência importante.
Muitos alimentos contêm carboidratos e gordura,
incluindo-se aí os doces, como bolos, tortas, sorvetes
e biscoitos. Algumas combinações de alimentos compreendem
os três nutrientes - carboidrato, proteína
e gordura -, como pizzas, ensopados e sopas. Esta
característica é importante na consideração do valor
calórico da preparação e também no impacto que o
alimento pode ter na glicemia.
Fibras alimentares e seu papel na nutrição humana
Embora as fibras sejam também classificadas como
carboidratos, pertencem ao grupo dos oligossacarídeos,
sendo eliminadas nas fezes pelo organismo. Justamente
por essa razão são importantes para a manutenção
das funções gastrointestinais e a conseqüente
prevenção de doenças relacionadas.
Devem constar do planejamento das refeições,
sendo facilmente encontradas em alimentos de origem
vegetal, como hortaliças, frutas e cereais integrais.
As fibras são classificadas em solúveis e insolúveis,
tendo as primeiras importante função no controle
glicêmico (especialmente as pectinas e as beta
glucanas), e as insolúveis, na fisiologia intestinal. A
recomendação da ingestão de fibras é de 20-35g ao
dia, valores iguais ao da população em geral. É importante
lembrar que os estudos demonstram que
o consumo rotineiro de fibras da população brasileira
não atinge esta meta, estando as pessoas com
diabetes incluídas neste perfil. Portanto, o incentivo
ao consumo diário de fontes alimentares de fibras é
prioritário para todos.
Autor: Anelena Soccal Seyffarth
Colaboração: Josefina Bressan
Objetivo:
Revisar os conceitos básicos sobre a composição dos alimentos, suas funções e influência no controle glicêmico e na saúde.
Micronutrientes (vitaminas e minerais)
As vitaminas e os minerais estão presentes em grande
variedade de alimentos. Cada um desses nutrientes
é importante, pois exerce funções específicas, essenciais
para a saúde das nossas células e para o funcionamento
harmonioso entre elas. Diferentemente
dos macronutrientes, as vitaminas e os minerais são
necessários em pequenas quantidades. No entanto,
para atingir as recomendações de consumo desses
nutrientes, o seu fornecimento através dos alimentos
deve ser diário e a partir de diferentes fontes. A
seguir apresentamos o resumo das funções dos micronutrientes
e os alimentos que os contêm.
Vitaminas



• Vitaminas hidrossolúveis: complexo B, ácido




fólico e vitamina C.
• Vitaminas lipossolúveis: A,D,E,K.
Funções: Não contém energia mas são necessárias
para as reações energéticas; regulam as funções celulares;
envolvidas nas funções de proteção (imunológicas).
 Minerais
• Cálcio, ferro, sódio, potássio, magnésio, zinco
e selênio, entre outros.
Funções: necessários para crescimento, reprodução
e manutenção do equilíbrio entre as células; fazem
parte de tecidos; envolvidos na contração muscular
e na transmissão dos impulsos nervosos.

Vitamina s e minerais – Fontes alimentares:

• frutas, hortaliças e legumes;


• leite e derivados, carnes, castanhas e nozes;


• cereais integrais (ex.: milho, aveia, alimentos

com farinha integral).
As vitaminas e os minerais mantêm relações de
equilíbrio no desenvolvimento das suas funções. São
necessárias determinadas proporções de dois ou mais
deles para que algumas das reações esperadas aconteçam
dentro do nosso corpo. O uso de doses maiores
do que as indicadas pode alterar tais proporções,
prejudicando o resultado final. Como exemplos de
relações benéficas, desde que em proporções adequadas,
podemos citar sódio e potássio; cálcio e fósforo;
ferro e vitamina C; cálcio e vitamina D.

Vitaminas e minerais e Diabetes


As recomendações de consumo para idosos, adultos,


gestantes e lactantes, adolescentes e crianças com

DM1 ou DM2 são similares às para a população em
geral. A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), no
seu consenso, recomenda o uso diário de duas a quatro
porções de frutas (de modo geral, uma porção é
igual a uma unidade ou fatia média) e de três a cinco
de hortaliças (cruas e cozidas). O mesmo documento
valoriza a utilização de pelo menos uma fruta rica
em vitamina C por dia (laranja, limão, acerola, goiaba,

etc.).
No entanto, alguns aspectos relativos às ações dos
micronutrientes devem ser observados por pessoas
com diabetes:
• as vitaminas C e E, o betacaroteno (precursor
da vitamina A) e o mineral selênio são antioxidantes,
ou seja, são importantes, por exemplo,
na proteção contra doenças do aparelho cardiovascular.
Porém não há evidência suficiente
para que as pessoas com diabetes os utilizem
além da quantidade fornecida por uma dieta
equilibrada. A suplementação medicamentosa
(comprimidos) só deve ser feita sob orientação
médica, em circunstâncias claras de deficiência
ou necessidades especiais (idosos, gestantes ou
lactantes, vegetarianos estritos). Tal cuidado é
necessário, pois o consumo de doses excessivas
pode desequilibrar as relações entre os nutrientes,
além do potencial efeito tóxico, especialmente
quando em uso prolongado;
• a diabética gestante, ou a mulher que desenvolveu
o diabetes gestacional, deve receber suplementação
de ácido fólico para prevenção de
defeitos no feto da mesma maneira que a nãodiabética;
• o consumo diário de cálcio deve atender às recomendações,
especialmente para idosos com
diabetes, para prevenção de doença óssea. A
meta pode ser atingida com a utilização de três
porções de leite e derivados e porções diárias
de vegetais verde-escuros, além da exposição
rotineira à luz solar.





Este material foi elaborado pelos nutricionistas, membros do departamento


de Nutrição e Metabolismo da Sociedade Brasileira de Diabetes,

biênio 2006/2007, com intuito de informar o público leigo e profissionais
de saúde sobre Nutrição e Diabetes.
Gisele Rossi Goveia
Coordenadora do Departamento de Nutrição e Metabolismo da
Sociedade Brasileira de Diabetes - SBD

sábado, 7 de novembro de 2009

Banana verde tem potencial para prevenir diabetes tipo 2


Estudo com animais realizado pela química Giselli Helena Lima Cardenette mostra que o amido isolado e a massa de banana verde podem reduzir a quantidade de insulina necessária para manter níveis semelhantes de glicose no sangue, poupando as células do pâncreas.


A banana verde, ainda pouco aproveitada na alimentação dos brasileiros, poderá auxiliar na prevenção do diabetes tipo 2. Estudo com animais realizado pela química Giselli Helena Lima Cardenette mostra que o amido isolado e a massa de banana verde podem reduzir a quantidade de insulina necessária para manter níveis semelhantes de glicose no sangue, poupando as células do pâncreas.

Giselli pesquisou os efeitos locais e sistêmicos do amido isolado e da massa de banana verde no organismo. “Os dois produtos apresentaram um elevado teor de carboidratos não-disponíveis e altamente fermentáveis”, afirma. “Ao chegarem no intestino grosso, eles são fermentados produzindo ácidos graxos de cadeia curta, como o butirato e o propionato, e reduzem o pH local”.

A redução do pH no intestino grosso pode gerar diversos efeitos benéficos ao organismo. “A literatura mostra que esta diminuição de pH inibe a formação de ácidos biliares secundários, que são substâncias com alto potencial carcinogênico (relacionadas ao câncer)”, explica Giselli. “Ao mesmo tempo, esta eliminação requer a síntese de novos ácidos biliares primários, o que pode diminuir o teor de colesterol plasmático, atuando na prevenção de doenças cardiovasculares”.

Durante 28 dias, um grupo de ratos foi alimentado com o amido isolado de banana verde. “O teste de tolerância à glicose não verificou redução significativa na resposta glicêmica dos animais, mas houve queda na liberação de insulina plasmática nos animais alimentados com produtos de banana verde, indicando uma possível menor resistência periférica à insulina nestes”, diz a pequisadora.

“Paralelamente, também foi observada uma queda na produção de insulina nas ilhotas pancreáticas isoladas dos animais, o que abre a possibilidade de os produtos de banana verde serem usados em alimentos que atuem na prevenção do diabetes tipo 2”.

Fibras - A professora Elizabete Wenzel de Menezes, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP, orientadora do trabalho, destaca que o amido isolado de banana verde possui de 80% a 90% de amido resistente (base seca), com efeitos benéficos ao organismo em função de sua elevada fermentabilidade no intestino grosso. “Embora a farinha da massa de banana verde tenha somente 8% a 10% de amido resistente, esta também possui alta fermentabilidade e contém significativa proporção de fibra alimentar solúvel”.

Elizabete aponta que a farinha de amido isolado e a massa de banana verde podem ser adicionadas a frutas, sucos e preparações que não necessitem de novo aquecimento para evitar a perda de amido resistente. “O uso da banana verde é um modo de aumentar a ingestão de fibra alimentar pela população brasileira, que é muito baixo, e ao mesmo tempo evitar o alto desperdício da fruta no País”.

A pesquisa integra um projeto ibero-americano de cooperação internacional (CYTED/CNPq) sobre as propriedades da banana verde e do plátano (espécie semelhante à banana verde, originária do México) e possíveis aplicações na produção de alimentos, iniciado em 2006. Os testes com as ilhotas isoladas do pâncreas de ratos foram realizados pelo professor Ângelo Rafael Carpinelli, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.

O estudo de Giselli faz parte de tese de Doutorado defendida no programa de pós-graduação em Ciências dos Alimentos do Departamento de Alimentos e Nutrição Experimental da FCF. O trabalho teve apoio financeiro da Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e do Projeto CYTED 106PI-0297.
Data Edição: 19/09/07
Fonte: Júlio Bernardes, da Agência USP

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Clorofila e saúde


A clorofila é o pigmento verde das plantas.
É rica em magnésio, ferro, cobre e potássio. Devido a essas altas taxas de minerais ela possui o poder de limpar os tecidos intestinais, melhorar a absorção do oxigênio do ferro e a eliminar os resíduos do metabolismo, nutrindo e purificando o sangue.
Por sua capacidade cicatrizante e restauradora dos tecidos, promove velocidade na recuperação das contusões e queimaduras.
Por ser rica em proteínas é um bom fortificante, contra o raquitismo. Contém várias vitaminas entre elas as vitaminas A1, B2 e C, além de minerais como potássio, magnésio, fósforo e cálcio.
É eficaz no tratamento de anemias, ausência de ferro, auxilia a circulação sangüínea protegendo-a de hemorragias. O seu chá tomado em jejum recalcifica os ossos e combate o raquitismo, calmante, combate o excesso de uréia, é recomendada na alimentação como salada, para combater escorbuto, falta de apetite, má digestão, úlceras nervosas, cistite, reumatismo e artrite.

Há várias formas de usá-la na alimentação como salada com tempero ou não, chá, sempre deve ser feito da folha seca. Secar na sombra, senão murcha e perde qualidade terapeuticas. Tomar um copo de chá durante 4 dias por semana. Intercalar e repetir a dose outras vezes, normalmente antes do almoço ou refeições.
Devido às propriedades benéficas que este alimento pode trazer ao organismo humano, é caracterizado como alimento funcional.
Outra propriedade interessante é que a clorofila tem a capacidade de desodorizar o corpo, reduzindo o mau hálito e outros odores orgânicos.
Os atletas consomem devido a sua ação desintoxicante e fortalecimento do sistema circulatório e músculo cardíaca.

Pesquisas recentes têm demonstrado que a introdução desta na alimentação previne e/ou reduz a anemia, o risco de câncer hepático, tem ação desintoxicante e depurativa, age contra os radicais livres e auxilia na manutenção de taxas normais de glicose e colesterol.

O suco de clorofila é a grande novidade em matéria de sucos naturais, considerada por muitos pesquisadores como a fonte de nutrição mais balanceada do planeta.
Seus 103 nutrientes, entre vitaminas, proteínas e sais minerais trazem benefícios indiscutíveis. O trigo contém mais vitamina A do que uma cenoura, possui vitamina E (ajuda na prevenção de radicais livres, elementos responsáveis pelo envelhecimento) além de conter todo complexo B (favorece a regeneração celular).
No broto de trigo encontram-se alguns minerais importantes como o Magnésio (alivia o stress) e o Potássio (tonifica os músculos e enrijece a pele). O consumo destes nutrientes vitais melhora sua disposição porque ajudam a repor energia.

Descoberto pelos engenheiros bioorgânicos, o suco de clorofila é um milagre natural. Beber um copo por dia equivale suprir toda a carência de alimentos verdes que um ser humano precisa.
A maior parte dos alimentos industrializados é pobre em elementos bioorgânicos e não contribui em nada para o organismo. Ao contrário, geram mais oxidação e envelhecimento precoce, resultando em ausência de tônus, baixa energia, cabelos brancos, pele ressecada e aspecto
cansado. Imagine nosso organismo como uma máquina e os alimentos como o combustível necessário para fazer esta máquina funcionar.

O suco de clorofila serve como um aditivo que vai permitir o melhor funcionamento da máquina humana, desarmando e carregando o material tóxico para fora das células. Segundo pesquisas americanas a clorofila combate o crescimento de tumores, principalmente os pulmonares. Atua sobre glândulas endócrinas, evitando os tumores linfáticos e enriquecendo o sangue, além de liberar as artérias entupidas.
O poderoso suco vem sendo utilizado também como tratamento alternativo para o câncer devido à presença da raríssima vitamina B-17 em sua composição.
Mais importante do que suas propriedades de cura e regeneração, o suco de clorofila é uma ferramenta indispensável para a manutenção de um corpo saudável e equilibrado. O consumo diário de clorofila promove uma simbiose de nutrientes capazes de desintoxicar o corpo humano, aumentando a oxigenação celular e prevenindo as doenças do mundo moderno.
Segundo o cientista japonês Dr. Yoshihide Hagiwara, quando um ser humano ingere clorofila ocorre uma reposição molecular de magnésio para ferro. Em outras palavras, quando o "sangue da planta" é absorvido por humanos, este se transforma em sangue humano que transporta nutrientes para todas as células do sangue.

Você Sabia?
Por possibilitar a renovação celular, a clorofila já chegou a ser comparada à fonte da juventude. Ela traz energia e disposição, regula quase todos os sistemas do organismo e promete uma vida mais saudável em todos os sentidos.
A nutricionista Bianca Gerbassi compara a clorofila de hoje com a soja de ontem, já que "há trinta anos atrás, quando algumas pessoas defendiam as propriedades terapêuticas da soja, ninguém acreditava".
Da mesma forma, a clorofila hoje aguarda os resultados científicos para ter suas propriedades reconhecidas.
Mas quem quiser já pode adiantar-se à ciência e experimentar os benefícios do extrato verde, pois não há nada a perder. "A clorofila não possui contra-indicações, pois por ser um alimento não apresenta efeitos colaterais", afirma Bianca. Fonte:Wikipédia

A clorofila da Alfafa incrementa a produção de glóbulos vermelhos, ajudando a elimintar as gorduras do sangue e baixar os riscos circulatórios por sua ação anti-oxidante. Relaxante para o sistema nervoso, os rins trabalham eficazmente eliminando o excesso de liquídos e toxinas do corpo melhroando a diurese.

Equilibra os níveis de cálcio no corpo, protegendo contra a osteoporose, rejuvenesce a pele. Composta com vitamina A, B, E, 17 tipos de aminoácidos, sete enzimas antioxidantes e todos os sais minerais. Ajuda na ativação da memória, na formação óssea, visão, e afasta a fadiga do estress dos dias modernos.

De acordo com o livro "Health Magic Trhough Chlorophyll - escrito pelo americando Dr. bernard Jensen, pode-se mencionar mais de 100 benefícios da clorofila da Alfafa (Clorofilina).
* É uma bebida saborosa com sabor de mentam que desintoxica o organismo, rejuvenesce e melhora a pele.
* Desodoriza o copro reduzindo o mau-hálito e odores fortes do chulé, mal cheiro das fezes, e aumenta a oxigenação do sangue.
* O uso de clorofila durante dois meses equivale a uma transfusão de sangue, pois fortalece o sistema circulatório e o músculo cardíaco..
* Melhora as varizes, pois é rico em magnésio, ferro o que ajuda na prevenção de anemia, regula a menstruação, limpa o intestino, evita prisão de ventre e inflamações da gengiba.
* Ajuda a reduzir as taxas de açúcar no sangue beneficiando os diabéticos, reduz espinhas e oleosidade da pele.
* Resiste a bactérias ajudando a cicatrizar feridas com maior rapidez, combate os radicais livres.
* Melhora as inflamações das amigdalas fortalecendo a garganta de quem usa muito a voz.
* Tonifica os músculos e por isso é ideal para quem frequenta academia ou atua em trabalhos pesados.
Alerta:
Só há uma emrpesa que planta e beneficia a clorofila da alfafa no mundo. Essa empresa tem o registro nos órgão de saúde em mais de 60 paises. Não compre qualquer clorofila!

BENEFÍCIOS DO SUCO DE CLOROFILA PARA A BELEZA E SAÚDE:

•Delicioso e refrescante suco de clorofila com sabor de menta,
•Fornece ferro para os órgãos,

•Combate a halitose,

•Ajuda aliviar irritação na garganta,

•Faz uma varredura de radicais livres,

•Contribui para absorção de oxigênio e ferro,

•Fortalece o sistema circulatório e do músculo cardíaco,

•Possui ação desintoxicante e depurativa,

•Reduz a anemia,

•Auxilia na regularização da função intestinal,

•Auxilia no tratamento de hipertensão arterial,

•Desintoxica o organismo,

•Ajuda a purificar o fígado,

•Ajuda no tratamento da hepatite,

•Regula a menstruação,

•Ajuda os hemofílicos,

•Ajuda a reduzir o açúcar no sangue,

•Ajuda ao superar problemas do envelhecimento auxiliando a produção dos harmônios sexuais,

•Melhora as crises de asma,

•Protege a célula hepática,

•Dá força, saúde e bem estar,

•Ducha para infeções vaginais,

•Aumenta o teor de ferro no leite materno,

•Ajuda a curar ferimentos com mais rapidez,

•Limpa os dentes e gengiva na piorréia,

•Elimina o mau hálito e desodoriza o organismo,

•Melhora as varizes por revitalizar o sistema vascular das pernas.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Soja e Óleo de Prímula


Soja
veja como ela pode agir no corpo
A soja é uma pequena maravilha do reino vegetal, proporcionando inúmeros derivados alimentícios ricos em nutrientes saudáveis e cujo feijão também é conhecido como "grão milagroso".

Domesticada pelos chineses há mais de cinco mil anos, a soja é um dos alimentos mais completos e versáteis que o homem conhece. Considerada um alimento funcional, fornece nutrientes ao organismo e traz benefícios para saúde.
Vários estudos têm demonstrado que o consumo de produtos derivados da soja está frequentemente associado com a redução do risco de inúmeras doenças, tais como câncer de esôfago, pulmão, próstata, mama e cólon retal, doenças cardiovasculares, osteoporose, diabetes, mal de Alzheimer e sintomas da menopausa.
Estudos demonstram que, além de possuir alto valor nutricional, a soja auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares, câncer, osteoporose e diabetes. Veja como ela pode agir em nosso corpo:

CORAÇÃO: a ingestão de proteína de soja reduz a taxa do mau colesterol (LDL). As gorduras predominantes no grão são as poliinsaturadas e as monossaturadas, que não provocam obstrução de artérias.

MAMA E PRÓSTATA: os fitoestrógenos, substâncias químicas presentes na soja e semelhantes ao hormônio feminino, reduzem o risco de câncer de mama e de próstata.

OSSOS: os fitoestrógenos podem aliviar sintomas decorrentes da falta de hormônios na menopausa e retardar a osteoporose.

INTESTINO E PÂNCREAS: suas fibras ajudam no funcionamento do intestino e na redução dos níveis de glicose no sangue de diabéticos.

No Brasil, apesar de o país ser o segundo maior produtor mundial de grãos de soja, o consumo de soja praticamente se restringe ao óleo. O efeito anticarcinogênico da soja é atribuído aos inibidores da protease, porém as isoflavonas parecem ser os mais proeminentes anticarcinogênicos da soja.
Os outros benefícios além dos correlacionados com a sua ação contra o câncer derivam principalmente da sua ação antioxidante, protegendo o organismo contra os danos celulares que levam ao envelhecimento. O teor de isoflavonas varia segundo a cor da soja, a parte morfológica da mesma (cotilédone, ipocotilédone e casca), a variedade (fatores genéticos) e as condições ambientais de cultivo (temperatura, umidade e solo).
A isoflavona aglicona, substância gerada no aparelho digestivo a partir da transformação enzimática da isoflavona glicosilada, agora pode ser obtida por meio de técnica desenvolvida pelo Prof. Yong Kun Park, do Laboratório de Bioquímica de Alimentos da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp.
Na forma glicosilada, a isoflavona é encontrada na soja (Glycine max). Absorvida pelo organismo na forma aglicona, a substância atua contra os cânceres de mama e próstata, neutraliza a ação dos radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento das células, ajuda na redução dos níveis de colesterol, atua no combate a doenças causadas por fungos, como micoses e candidíase, e é usada na reposição hormonal, no lugar do estrógeno.
Com a nova técnica, a isoflavona aglicona poderá ser oferecida ao consumidor como suplemento alimentar na forma de cápsula ou adicionada como ingrediente a bolos, chocolates e biscoitos.
As dietas ricas em fibras e com baixos teores de gorduras saturadas, aliadas a exercícios físicos e a um estilo de vida saudável, podem auxiliar no controle da obesidade e proteger contra doenças cardiovasculares, câncer, osteoporose e diabetes.
A soja e seus derivados têm importante participação nesse quadro, pois são ricos em proteínas de alta qualidade, minerais como ferro, cálcio, fósforo, potássio e vitaminas do complexo B.
São inúmeras as pesquisas realizadas pela área médica no Japão, na China, nos Estados Unidos e na Europa que comprovam cientificamente os benefícios da soja na prevenção de doenças crônicas.

COLESTEROL

Os altos níveis de colesterol sanguíneo e do LDL-colesterol estão associados às doenças cardiovasculares, como infarto do miocárdio e arteriosclerose.
Pesquisas da American Heart Association - AHA (Associação Americana do Coração) têm demonstrado que a ingestão de proteínas de soja reduzem as taxas de LDL-colesterol.
Pacientes acompanhados durante quatro semanas, por médicos da AHA, e que tiveram a adição de proteínas de soja nas suas dietas - sem outra alteração - apresentaram uma redução nos níveis de LDL-colesterol em torno de 33%.
Assim, a introdução de pequena quantidade de proteína de soja na dieta diária, cerca de 20g que equivalem a 50g de grãos, é suficiente para deixar o seu sangue e o seu coração em forma.

CÂNCER

Os grãos de soja contém um composto singular denominado genisteína, também chamado de fitoestrógino ou hormônio vegetal, que possui uma ação estrogênica moderada, a qual atua na prevenção de cânceres relacionados com o estrogênio.
Pesquisas realizadas no Japão, nos Estados Unidos e na Europa têm mostrado que a ingestão diária de alimentos à base de soja como, por exemplo, o tofu (queijo de soja), missô, natto e tempe (especialidades da cozinha oriental) reduzem os riscos de cânceres de mama e de próstata em 50%.
A soja e seus derivados também possuem uma ação preventiva quanto aos cânceres de cólon, reto, estômago e pulmão. Para que os tumores aumentem seu tamanho, é necessário o desenvolvimento de novos vasos sanguíneos. O bloqueio desse processo é visto como uma maneira potencialmente importante para controlar o câncer. A genisteína também inibe a formação desses vasos e, conseqüentemente, o desenvolvimento dos tumores cancerígenos.

OSSOS

Com o envelhecimento, a perda de cálcio aumenta numa taxa crescente, resultando na osteoporose. Na menopausa, esse processo se agrava com a deficiência hormonal ovariana. Devido à sua ação estrogênica, a genisteína da soja pode auxiliar a manter a estrutura óssea.
Exames de densiometria óssea comprovam que o consumo de soja retarda a osteoporose decorrente da idade, como também reduz significativamente a perda óssea total.

DIABETES

As fibras da soja exercem importante papel na regulação dos níveis de glicose no sangue, pois retardam a sua absorção. Essa redução na velocidade de absorção da glicose auxilia no controle da diabetes.

OUTRAS DOENÇAS

Há evidências de que o consumo de soja tem um efeito positivo no controle de outras doenças como hipertensão, litíase (cálculos biliares) e doenças renais.

SABOR E SAÚDE

Entretanto, um único alimento não impedirá a manifestação de doenças, pois não só de pão ou de soja vive o homem. Mas a adição desse "grão sagrado" à dieta, em conjunto com um estilo saudável de vida, promoverá um aumento nas chances de prevenir doenças.
Fonte: Dr. João Roberto D. Azevedo


Óleo de Prímula (Oenothera biennis)
Prímula é o nome da planta da espécie Oenothera biennis. Nativa da América do Norte, atinge em torno de 1 metro de altura e produz flores amarelas. O óleo de prímula é obtido das sementes dessa planta e muito rico em um tipo de ácido graxo essencial da família do Ômega-6 denomidado ácido gama-linoleico, reconhecidamente benéfico para a saúde.
De vez em quando, seja na mídia ou em revistas científicas especializadas, presenciamos o aparecimento de produtos miraculosos. Existem muitos exemplos recentes, entre os quais se destacam plantas medicinais ou seus princípios ativos, que vão desde nomes exóticos como kava-kava, gingko biloba até a popular berinjela.

No caso de óleos e gorduras, na alimentação, já se passou de uma perseguição implacável a todos eles, à suspensão drástica das gorduras animais até à reviravolta em termos de incentivo ao consumo de óleos vegetais. Nos óleos e gorduras os "milagres" ficam por conta de componentes específicos, sobre tudo os ácidos graxos ômega-3 e ômega-6.

Peixes e seus óleos têm sido as principais fontes de ácidos ômega-3, embora também encontrados em óleos vegetais, como o de soja. Sementes de linhaça ("flaxseeds"), altamente ricas em ácidos ômega-3, têm sido popularizadas para a alimentação de galinhas, na produção de ovos enriquecidos com esses ácidos.

Tanto os ácidos ômega-3 quanto ômega-6 são poliinsaturados e sofrem facilmente deterioração oxidativa pelo oxigênio e a luz, "rancificando-se". Produtos químicos resultantes desse processo natural ou forçado, como no caso de frituras, podem ou não ser prejudiciais à saúde.
Ambos tipos de ácidos, incluídos em suplementações da dieta, têm sido submetidos a intensa pesquisa, devido às suas funções nutricionais e fisiológicas. Os ácidos linoleico e gama-linolênico (GLA), pertencentes à série ômega-6, fazem parte dos chamados ácidos graxos essenciais: aqueles que o homem, não sendo capaz de produzir, tem de ingerir de fontes externas. Portanto, os ácidos graxos essenciais (AGE) são aqueles exigidos pelos sistemas biológicos para reprodução e crescimento. Os ácidos graxos essenciais têm fundamental importância para a membrana das células, atuando na sua permeabilidade (função que controla a passagem de substâncias para o interior da célula, tais como glicose, lipídios e proteínas, além é claro, da água), na regulação da temperatura corporal, no gasto de energia do organismo, dentre outras coisas. A deficiência destes ácidos causa diversos distúrbios orgânicos, entre eles hiperqueratose e hipohidratação cutânea, queda himunológica, transtornos sexuais, no crescimento etc.

A deficiência de ácidos graxos essenciais, nos seres humanos, resulta em condições anormais da pele, tais como dermatites, escamações e ressecamentos; redução na regeneração dos tecidos e aumento da suscetibilidade a infecções. Esses efeitos são devidos, pelo menos em parte, à falta de prostaglandinas produzidas a partir dos ácidos poliinsaturados.
O ácido linoleico, presente em muitos óleos vegetais em quantidades apreciáveis como no de soja, milho e canola, soba ação de enzimas, transforma-se no ácido gama-linolênico (GLA) sendo, na verdade, seu grande precursor.

Por sua vez, no organismo, o GLA é facilmente convertido a prostaglandinas da série E1 (existem também da série E2 e E3). A formação de prostaglandinas ocorre mediante complicados processos do metabolismo. Tais processos podem ser inibidos ou alterados por diferentes componentes da alimentação como, por exemplo, gorduras sólidas; ácidos saturados ou colesterol (gorduras animais); por deficiência de zinco, abuso crônico de álcool, tabagismo; por determinadas doenças tais como infecções virulentas ou diabetes mellitus, mal funcionamento do fígado, desnutrição, câncer etc. A inibição pode ocorrer, ainda, em pessoas estressadas ou em períodos de envelhecimento.
Existem, por outro lado, as substâncias que favorecem a produção de prostaglandinas, entre as quais estão as vitaminas C, E (tocoferol) e B6 (piridoxina), o magnésio e o zinco.
As prostaglandinas de série E1 (PGE1) são substâncias tipo hormônios com propriedades anti-inflamatória, que exercem efeito regulador dos hormônios sexuais femininos, estrógenos, progesterona e prolactina, e têm efeito positivo sobre elasticidade cutânea (importante função da pele). Podem também agir como afinadores do sangue e como vaso dilatador. Parecem também ter alguma influência na moderação dos neurotransmissores no cérebro jovem (sobretudo, serotonina e dopamina), provocando mudanças positivas no estado de ânimo e no impulso de hiperatividade motora.

O ácido gama-linolénico (GLA) reduz a perda de água através da pele e aumenta a tolerância à exposição dos raios ultra-violeta; combate coronariopatias (reduz o colesterol LDL e aumenta o colesterol HDL), infecções virais, mal de Alzheimer e acalma crianças hiperativas. O GLA é encontrado em quantidades pequenas, porém importantes, no leite materno. O fato constitui mais um argumento a favor do aleitamento materno, sabendo-se, além disso, que a restrição da ingestão de gorduras para crianças pode reduzir o crescimento e a acuidade visual e limitar o desenvolvimento mental. Todavia, a quantidade de GLA no leite vai diminuindo ao longo da amamentação. Por isso, é aconselhável sua reposição na dieta da mãe, durante a amamentação. Há indicações de que o óleo pode contribuir para evitar a depressão pós-parto.
Assim, se o aporte do ácido linoleico na dieta é indispensável, o aporte de ácido gama-linolênico poderá corrigir situações deficitárias que, de outra forma, impediriam a formação de prostaglandinas.

Atualmente, o óleo de prímula é a mais importante fonte comercial de ácido gama-linolênico. Em cada grama do óleo encontram-se, além de quantidades menores de outros ácidos, de 65 a 80mg de ácido linoleico e de 8 a 14mg de GLA. Portanto, o óleo é, ao mesmo tempo, fonte do ácido gama linolênico e de seu precursor, o ácido linoleico.
O óleo de prímula é extraído das sementes da planta conhecida como prímula ou "evening primrose, da família botânica das Onagraceae, pertencente a espécie Oenothera biennis. A planta é nativa da América do Norte e foi introduzida na Europa no século XVIII, como planta ornamental. Encontra-se, hoje, mundialmente espalhada. Os índios americanos usavam-na como alimento e da raiz, folhas, flores e caules preparavam infusões e extratos, tendo ação emoliente, sedativa (tosse), estimulante da circulação sanguínea, além de nutriente capilar.
O teor de óleo nas sementes é da ordem de 10-20%, embora encontre-se valores de até 24% de óleo. Os principais produtores estão na Europa, Austrália, Nova Zelândia, Israel e Estados unidos.

O óleo é comercializado na forma de cápsulas moles e transparentes, com a seguinte composição típica: óleo de prímula - 500mg; envoltório (gelatina + glicerina) - 195mg; vitamina E - 10mg.
No Brasil, as cápsulas são encontradas ao preço unitário, médio, de um real. Nos Estados Unidos o preço do óleo, no varejo, pode ser de meio dólar/g!
Além do óleo de prímula, cápsulas vendidas no mercado provêm de uma das seguintes fontes de ácido gama-linolênico: óleo de sementes de "Borage" (Borago officinalis); óleo de sementes de cassis (Ribes nigrum) ou fontes fúngicas. Uma alternativa que começa a ser estudada é o óleo de canola, extraído de sementes geneticamente modificadas.

Aplicações do óleo de prímula

Através de seu princípio ativo, o ácido gama-linolênico, o óleo de prímula é empregado no tratamento de toda e qualquer condição para as quais as prostaglandinas (PGE1) seriam benéficas. Entre essas estão a tensão pré-menstrual, doenças benignas no seio, regulação do nível de colesterol sanguíneo, agregação plaquetária, regulação da pressão sanguínea, obesidade, doença atópica, esclerose múltipla, artrite, reumatismo, alcoolismo, desordens mentais e hiperatividade infantil.
Um aporte regular do óleo de prímula oferece ao organismo elementos construtivos essenciais para o mecanismo de auto-regulação hormonal, e contribui para o seu bom funcionamento e bem estar, especialmente na velhice, ou no envelhecimento prematuro provocado por certas enfermidades. Até para combater a anorexia o consumo do óleo de prímula vem sendo estimulado.
Alguns estudos envolvendo as propriedades anti-inflamatórias do óleo de prímula, com algumas pessoas sofrendo de artrite reumática resultaram em benefício significativo. Outras indicações para o uso de óleo de prímula incluem casos de cirrose descompensada, neuropatias diabéticas, tensão pré-menstrual (TPM) e esquizofrenia (coadjuvante).
Se a própria aceitação das propriedades enumeradas do óleo de prímula é matéria de controvérsia, muitas dúvidas existem sobre quais são as dosagens individuais. Há indicações de que, por via oral, devam ser ingeridas de 3 a 6g/dia, enquanto uma outra "receita" prescreve 2-4 cápsulas/dia, preferivelmente 1 hora antes das refeições.

Uso externo

Pode ser sob a forma de emulsão óleo / água, contendo 5% de óleo de prímula, para tratamento de eczemas, escleroses, hiperqueratoses e envelhecimento cutâneo. O número de aplicações vai desde duas até várias vezes ao dia.
Em qualquer caso, seja uso via oral ou tópico, e mesmo tratando-se de medicamentos naturais, deve-se evitar, sempre, a auto-medicação. Além disso, uma certa cautela nunca é demais.

Epilépticos não deveriam ingerir óleo de prímula.

Cápsulas de ômega-6 devem ser administradas com precaução não só em pacientes com histórico de epilepsia como também naqueles tomando drogas epiletogênicas, tais como fenotiazidas.
Apesar de tudo o que foi dito, muitos estudos experimentais envolvendo os efeitos positivos do óleo de prímula não são conclusivos. E, assim, apesar do que se anuncia, o produto não constitui um milagre.
Milagres fazem uma alimentação saudável (contendo quantidades balanceadas de ácidos graxos essenciais), um distanciamento do tabaco, exercícios físicos moderados e sistemáticos, e muita auto-estima.
FONTE: Revista Muscle in form número 28, ano 5
Por: Regina C. A Lago - Pesquisadora Embrapa

sábado, 3 de outubro de 2009

Vamos Prevenir o DIABETES?


Primeiro vamos falar um pouco sobre o Diabetes:
O que é?
O Diabetes Mellitus é uma disfunção causada pela deficiência total ou parcial de produção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas. Como conseqüência a glicose não é aproveitada adequadamente pelas células provocando sua elevação no sangue, ultrapassando as taxas normais ( 70 a 110 mg/dl ). Para entender melhor o Diabetes, é preciso conhecer a função da glicose e da insulina em nosso organismo. A glicose é quem gera energia para nosso organismo funcionar, mas isso só ocorre se houver insulina. Portanto a função da insulina é garantir a entrada de glicose nas células para a produção de energia.. Quando nos alimentamos, ingerimos vitaminas, proteínas, sais minerais e glicose ( açúcar ). Essa glicose é absorvida no intestino, entra na corrente sanguinea e com a ajuda da insulina, penetra nas células para produzir energia e assim garantir o funcionamento do organismo. Existem algumas formas ou tipos de Diabetes, sendo os mais conhecidos os do tipo 1 e do tipo 2, no entanto existem ainda outros tipos como o gestacional , o provocado pelo uso de alguns medicamentos ou provocados por doenças do pâncreas ( tumores, etc )
O Diabetes quando não diagnosticado ou se diagnosticado e não tratado adequadamente, passa a ser um grave problema de saúde pública devido as suas complicações.

Tipos:
Tipo 1
É o tipo de diabetes onde ocorre destruição das células do pâncreas que produzem insulina.Seu aparecimento se dá de forma abrupta em crianças, adolescentes e adultos jovens. O inicio dos sintomas é súbito e sua evolução clinica é rápida, podendo levar ao coma hiperglicêmico em poucos dias. É o chamado diabetes insulino-dependente, pois requer o uso de insulina no seu tratamento. Representa aproximadamente 10% do total de quem têm diabetes.
Tipo 2
É o tipo de diabetes mais comum. Neste o pâncreas diminui a produção de insulina e/ou a insulina produzida não é bem usada pelo organismo. Ocorre geralmente em adultos após os 35 anos de idade.O inicio dos sintomas é lento e podem passar despercebidos por longos períodos, dificultando seu diagnóstico e o tratamento. È o chamado diabetes insulino-não-dependente, na sua maioria tratado com comprimidos, embora possa também as vezes ser tratado com insulina. Representa 90% das pessoas que têm diabetes.
O Diabetes Gestacional : geralmente surge em mulheres grávidas que não eram diabéticas, onde ocorreu alteração da tolerância a glicose em graus diversos diagnosticado durante a gestação. Geralmente, desaparece quando esta termina. Futuramente elas podem vir a desenvolver o Diabetes tipo 2.
Outros tipos : específicos de diabetes podem vir a ocorrer, mas
constituem situações raras de ocorrer e são causadas por:
Defeitos genéticos funcionais das células Beta e na ação da insulina;
Doenças do Pâncreas;
Endocrinopatias;
Induzidos por fármacos e agentes químicos;
Infecções;
Formas incomuns de diabetes imuno-mediado;
Outras síndromes genéticas associadas ao diabetes.


Images: www.diabetesandrelatedhealthissues.com
Como Diagnosticar :
O diagnóstico do Diabetes inicialmente è feito através dos sintomas descritos pelo paciente ao médico, depois pelo exame clinico e por fim são feitos exames laboratoriais para confirmação do diagnóstico. Quando já se possui histórico de diabetes na família se faz alguns exames de forma rotineira como meio de prevenir o aparecimento do diabetes.
Os exames sugeridos são :
glicemia de jejum :
Inicialmente, o primeiro exame realizado para verificar se um indivíduo é portador de diabetes, ou possui tendência a se tornar, é a glicemia de jejum.
Os valores considerados normais, após jejum de oito horas, são de 70 a 110 mg/dl. Valores acima de 125 mg/dl indicam uma suspeita de diabetes, exigindo a realização de exames mais específicos, dentre os quais a Curva Glicêmica ( teste de tolerância a glicose ). No entanto, valores 20 % acima de 125 mg/dl são suficientes para se afirmar que o individuo está diabético, dispensando a realização de qualquer outro exame.
glicemia pós-prandial :
O método mais simples e cômodo para avaliar se o individuo está diabético, principalmente do tipo 2, é dosar a glicemia 1, 2, 3 horas após uma refeição rica em carboidratos. Em pessoas normais a glicemia não deve ser superior a 160 mg/dl,, 120 mg/dl, 100 mg/ dl em 1,2, 3 horas respectivamente.
curva glicêmica :
Este exame consiste em, após uma coleta de sangue em jejum, administra-se glicose por via oral ou glucagon de maneira subcutânea e repete a coleta de sangue 1, 2, 3 horas após, os resultados deste teste dependem do método de analise, mas continua sendo o melhor meio de diagnóstico do diabetes. Valores em jejum acima de 130 mg/dl e após 2 horas acima de 200 mg/dl confirmam o diagnóstico de diabetes mellitus.
Fonte:

Vamos Prevenir?
Alguns alimentos ajudam a prevenir o surgimento do diabetes tipo 2. O livro “100 Receitas de Saúde – Alimentos Para Rejuvenescer”, da Publifolha, lista o amendoim, o azeite, o hadoque (peixe parente do bacalhau), a aveia, o trigo integral e a soja como alimentos que ajudam a prevenir a doença.

O livro traz uma coleção de 100 receitas antioxidantes, fortalecedoras e rejuvenescedoras que melhoram a saúde e ajudam a manter a boa disposição. Saiba mais sobre o livro.

Leia abaixo trechos do livro que falam sobre as propriedades dos alimentos sugeridos para a prevenção do diabetes. Vale ressaltar que não existe uma “fórmula mágica” que garanta êxito contra o surgimento da doença.

Azeite de Oliva – O azeite de oliva, um dos ingredientes mais consumidos pelos povos mediterrâneos, contém gorduras e antioxidantes fundamentais para a saúde e a beleza. Obtido pela pressão de azeitonas, o azeite contém vitamina E, que ajuda a manter a pele sem rugas e os cabelos brilhantes. O azeite é rico em gorduras monoinsaturadas, que possuem propriedades anticancerígenas, reduzindo a pressão sangüínea e prevenindo o diabetes.

Amendoim O amendoim é rico em nutrientes bons para o coração. Entre todas as
castanhas, é a que fornece mais proteína. O amendoim contém muitas gorduras monoinsaturadas, que reduzem o colesterol e previnem a formação de coágulos nas artérias, evitando doenças cardíacas. A arginina, um aminoácido, tem a mesma função: o organismo a converte em óxido nítrico, que dilata os vasos sangüíneos e previne coágulos. O amendoim é rico em vitamina E, que combate as rugas e deixa os cabelos brilhantes. Devido ao baixo índice glicêmico, ajuda a prevenir o diabetes do adulto.

Hadoque – Parente do bacalhau, o hadoque contém muitos nutrientes que ajudam a manter a juventude e a boa forma. O hadoque é fonte de várias vitaminas do complexo B, que são benéficas para o cérebro e combatem a fadiga. Tem muito ácido fólico, que reduz os níveis de homocisteína no organismo, prevenindo doenças cardíacas, diabetes e osteoporose. Estudos apontam que também seja anticancerígeno. Esse peixe é ainda rico em iodo, necessário para produzir hormônios da tireóide, que regulam o metabolismo. Também contém zinco, importante para a imunidade; enxofre, bom para a pele; e cálcio, que fortalece os ossos, contribuindo para a prevenção de doenças como a osteoporose.



Aveia – A aveia é muito versátil e é utilizada para prevenir doenças cardíacas e aumentar a imunidade. Além de ser uma rica fonte de carboidratos, a aveia tem muitas fibras, mantém a taxa de açúcar no sangue estável, previne o diabetes e baixa o colesterol. Contém antioxidantes poderosos que rejuvenescem, incluindo a vitamina E, o tocotrienol, o ácido ferúlico e o ácido caféico, combatendo os radicais livres e prevenindo diversos males, como as doenças cardíacas, a obesidade e problemas de visão. Em uso tópico, a aveia tem propriedades antiinflamatórias e suaviza a pele.



Trigo Integral – Alimento básico da dieta ocidental, o trigo contém muitas proteínas, fornecendo vitamina B e minerais. O trigo integral é um cereal nutritivo e saudável. Valiosa fonte de proteína, contém elementos construtores para pele, cabelos e unhas. Por produzir energia, combate a fadiga.
Contém muitas vitaminas do complexo B, inclusive a vitamina B6, que é benéfica para os nervos, evita o diabetes do adulto e melhora a capacidade de registrar, reter e distribuir informações. O grão é ainda uma boa fonte de zinco, que aumenta a imunidade e fortalece a visão.



Foto:Kingimortal
Soja – Esta leguminosa versátil é essencial para a dieta dos japoneses, que têm o maior nível de longevidade do mundo. No Ocidente, a soja é mais conhecida por seus derivados – tofu, leite, suco e iogurte de soja – e pelos substitutos da carne, como a proteína texturizada. A soja é uma excelente fonte de proteína vegetal, fibras e carboidratos complexos. É conhecida por reduzir o colesterol e prevenir taxas altas de triglicérides, que podem provocar doenças cardíacas. Além disso, a soja contém antioxidantes que preservam a juventude, como o ácido fítico, que ajuda a evitar a formação de coágulos nas artérias. No entanto, talvez o melhor atributo da soja seja o fato de conter muitos microelementos, como as saponinas e as isoflavonas – flavonóides que são convertidos pelo organismo em fitoestrógenos, que, por sua vez, apresentam propriedades anticancerígenas, benefícios aos ossos e diminuem o risco de doenças cardiovasculares. Esta leguminosa contém vitamina E – vital para pele e cabelos -, e vitaminas do complexo B, que fortalecem o sistema nervoso, evitando que o estresse provoque envelhecimento precoce. Seu índice glicêmico é extremamente baixo, ajudando na prevenção do diabetes e aliviando vários sintomas da menopausa.
Fonte: Folha Online e Bancários do Ceará em Blog

QUINOA


PROPRIEDADES NUTRICIONAIS

A quinoa foi escolhida pela Nasa por ser uma ótima fonte de proteínas de

alto valor biológico e fornecer todos os aminoácidos essenciais necessários para a

formação de enzimas e de massa muscular e para todo o funcionamento orgânico.

Os aminoácidos essenciais não são produzidos pelo organismo humano e, por

isso, é preciso buscá-los na comida. As principais fontes são os alimentos de

origem animal. 'Como tem uma quantidade muito grande de proteínas e todos os

aminoácidos essenciais, além de ser rica em ferro e zinco, a quinoa é de especial

interesse para o vegetariano. Aquinoa ainda fornece magnésio, potássio,

manganês, vitaminas B1, B2, B3, D e E. Para completar, é um alimento rico em

fibras também bastante calórico 100 gramas correspondem a 450 calorias.

O amaranto possui grande potencial nutritivo. A semente possui cerca de

15% de proteínas, que tem uma qualidade biológica comparável à do leite e

superior a de outros vegetais, como a soja e o feijão. O amaranto também é rico

em fibras e pode ser utilizado como fonte de zinco, fósforo e cálcio, elemento

pouco encontrado em vegetais. Experiências realizadas com coelhos de

laboratório na FSP, que tiveram seu colesterol aumentado por uma dieta,

demonstraram a capacidade do amaranto em reduzir os níveis plasmáticos de

colesterol. O amaranto é um arbusto que pode atingir até 2 metros de altura, com

folhas grandes e panículas (tufos semelhantes às espigas) que concentram as

sementes. "As folhas podem ser cozidas como a couve". Para a produção de

farinha, é necessário extrair das sementes o óleo, que tem altos níveis de ácidos

graxos insaturados e também poderia ser usado na alimentação.

INDICAÇÕES:

Não há restrições para o consumo daquinoa e amaranto, mas o público-

alvo são os portadores de doença celíaca (intolerância a alimentos à base de trigo,

centeio, cevada e aveia), já que ela é totalmente isenta de glúten e ainda possui

outras características como proteína de qualidade, em quantidade superior à dos

cereais; amido com grânulos pequenos, que facilitam a produção de alimentos

congelados; fração de gorduras que auxiliam na redução do colesterol; vitaminas

(em especial a E) e minerais, como o cálcio, o magnésio, o manganês e o ferro em

quantidades que superam com vantagem os cereais. Assim, eles estarão

incorporando opções para diversificar os alimentos e aumentando as chances de

levar uma vida normal. Certamente, os que sofrem dessa enfermidade genética

passarão, ao longo do tempo, a perceber os demais benefícios de seu uso. Os

atletas devem ingeri-la antes e depois das provas, pois a quinoacontém ômega 3

e ômega 6, auxiliares no armazenamento de glicogênio nos músculos; as

crianças, como alternativa ao leite de vaca; e os idosos, porque se trata de um

alimento rico em lisina, aminoácido que ajuda a fortalecer a imunidade e amelhorar a memória.

 
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