quarta-feira, 2 de junho de 2010

Câncer de mama

Câncer de mama: modo de vida é maior fator de risco
Especialistas afirmam que estilo de vida é mais influente do que herança genética.
Os genes explicam apenas uma pequena proporção do câncer de mama, enquanto na maior parte das mulheres os fatores de risco ligados ao modo de vida permanecem predominantes, segundo especialistas.

Tratamento hormonal para a menopausa, consumo exagerado de álcool, gravidez tardia, ausência de gravidez e obesidade fazem parte dos fatores de risco ligados ao modo de vida.

O estudo divulgado nesta quarta-feira na revista médica The Lancet tinha como objetivo determinar se esses fatores interferiam em doze variações genéticas frequentemente associadas a um pequeno aumento do risco de desenvolver um câncer de mama.

O estudo feito com 7.160 mulheres que tinham câncer de mama e 10.196 saudáveis, liderado por Ruth Travis, da Universidade de Oxford (Reino Unido), visava a estabelecer melhor as influências genéticas (de pequeno risco) e não-genéticas (causadas pelo modo de vida e outras particularidades, como por exemplo uma puberdade precoce).

No final, o risco levemente maior de câncer de mama associado a essas doze variações genéticas não caiu e nem foi reforçado pelos fatores ligados ao modo de vida, como o tratamento hormonal substitutivo ou o nascimento tardio do primeiro filho, indicam os autores do estudo.

Eles ressaltam, entretanto, que seu trabalho não inclui dois genes bem conhecidos, os BRCA1 e BRCA2, mais raros e verdadeiramente portadores de um alto risco de desenvolvimento de câncer de mama.

"Os genes são considerados apenas em uma pequena proporção de cânceres de mama e, para a maior parte das mulheres, os principais fatores de risco continuam sendo aqueles ligados ao modo de vida (idade de gravidez, puberdade, tratamentos hormonais prolongados até a menopausa, obesidade, álcool...)", comenta o Dra Jane Green, co-autora do estudo.

"A boa notícia é que alguns deles podem ser mudados, e mudando seus comportamentos, as mulheres podem modificar seu risco", acrescenta.

"Infelizmente, os genes estudados não dão uma nova indicação", comenta Steven Narod (Canadá) a Lancet. "Novas abordagens são necessárias", acrescenta.

As variações genéticas examinadas no estudo, chamadas "SNPs", correspondem à mudança de uma única letra (ou nucleotídeo) do DNA.

Especialistas recentemente questionaram os desempenhos dessas ferramentas (SNPs) na previsão dos riscos de câncer. Materia retirado do Jornal online:

ultimosegundo

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QUINOA


PROPRIEDADES NUTRICIONAIS

A quinoa foi escolhida pela Nasa por ser uma ótima fonte de proteínas de

alto valor biológico e fornecer todos os aminoácidos essenciais necessários para a

formação de enzimas e de massa muscular e para todo o funcionamento orgânico.

Os aminoácidos essenciais não são produzidos pelo organismo humano e, por

isso, é preciso buscá-los na comida. As principais fontes são os alimentos de

origem animal. 'Como tem uma quantidade muito grande de proteínas e todos os

aminoácidos essenciais, além de ser rica em ferro e zinco, a quinoa é de especial

interesse para o vegetariano. Aquinoa ainda fornece magnésio, potássio,

manganês, vitaminas B1, B2, B3, D e E. Para completar, é um alimento rico em

fibras também bastante calórico 100 gramas correspondem a 450 calorias.

O amaranto possui grande potencial nutritivo. A semente possui cerca de

15% de proteínas, que tem uma qualidade biológica comparável à do leite e

superior a de outros vegetais, como a soja e o feijão. O amaranto também é rico

em fibras e pode ser utilizado como fonte de zinco, fósforo e cálcio, elemento

pouco encontrado em vegetais. Experiências realizadas com coelhos de

laboratório na FSP, que tiveram seu colesterol aumentado por uma dieta,

demonstraram a capacidade do amaranto em reduzir os níveis plasmáticos de

colesterol. O amaranto é um arbusto que pode atingir até 2 metros de altura, com

folhas grandes e panículas (tufos semelhantes às espigas) que concentram as

sementes. "As folhas podem ser cozidas como a couve". Para a produção de

farinha, é necessário extrair das sementes o óleo, que tem altos níveis de ácidos

graxos insaturados e também poderia ser usado na alimentação.

INDICAÇÕES:

Não há restrições para o consumo daquinoa e amaranto, mas o público-

alvo são os portadores de doença celíaca (intolerância a alimentos à base de trigo,

centeio, cevada e aveia), já que ela é totalmente isenta de glúten e ainda possui

outras características como proteína de qualidade, em quantidade superior à dos

cereais; amido com grânulos pequenos, que facilitam a produção de alimentos

congelados; fração de gorduras que auxiliam na redução do colesterol; vitaminas

(em especial a E) e minerais, como o cálcio, o magnésio, o manganês e o ferro em

quantidades que superam com vantagem os cereais. Assim, eles estarão

incorporando opções para diversificar os alimentos e aumentando as chances de

levar uma vida normal. Certamente, os que sofrem dessa enfermidade genética

passarão, ao longo do tempo, a perceber os demais benefícios de seu uso. Os

atletas devem ingeri-la antes e depois das provas, pois a quinoacontém ômega 3

e ômega 6, auxiliares no armazenamento de glicogênio nos músculos; as

crianças, como alternativa ao leite de vaca; e os idosos, porque se trata de um

alimento rico em lisina, aminoácido que ajuda a fortalecer a imunidade e amelhorar a memória.

 
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