terça-feira, 10 de setembro de 2013

L-TRIPTOFANO

Produto Importado
Preço já com Frete incluído no valor
$59.00 Dollar
( Enviamos para todo o Brasil. )
L-TRIPTOFANO
Suplemento alimentar
Depressão
Indicações:
O Triptofano é um aminoácido essencial usado como suplemento dietético e no tratamento do stress e
hiperatividade (em crianças) e também usado no tratamento da depressão e de distúrbios do sono (2). Em aplicações
farmacêuticas, o L-triptofano é usado como um ingrediente ativo em antidepressivos e hipnóticos. Na área de nutrição
clínica é um componente indispensável em infusões de aminoácidos e em dietas enterais e orais. É consumido em grandes
quantidades para o enriquecimento nutricional em alimentação animal, especialmente para frangos e criação de
porcos(4).

Propriedades:
Este aminoácido é prontamente absorvido do trato gastrintestinal. O triptofano é extensivamente ligado a
albumina sérica. É metabolizado a hidroxtriptofano para serotonina e outros metabolitos, incluindo derivados de
kinurenina, e excretado pela urina. A piridoxina e acido ascórbico parecem estar ligados neste metabolismo(1).
O triptofano é um precursor da serotonina. Devido a depleção de serotonina no SNC é considerado ser ligado a
depressão, sendo usado no tratamento da mesma. A piridoxina e acido ascórbico são considerados sendo envolvidos no
metabolismo do triptofano para serotonina e são algumas vezes dados concomitantemente. Uma dose 1g de triptofano 3
vezes diariamente, por mês, com a comida, pode ser adequada para depressão leve a moderada, aumentando para 2g 3
vezes ao dia se necessário. Em depressão severa, o triptofano pode ser associado a outros antidepressivos. Em pacientes
recebendo inibidores da monoaminooxidade (IMAO) a dose inicial de triptofano deve ser de 500mg diariamente por 1
semana, seguida de 1g diariamente por semana, antes das doses normais serem dadas. Em pacientes recebendo
fenotiazinicos ou benzodiazepínicos, ou logo após ter interrompido tratamento com fenotiazinicos, a dose inicial de
triptofano não deve exceder 1,5g diárias. É recomendado que o tratamento com triptofano seja revisado em intervalos de
3 meses(1).
Em 5 de 16 homens jovens saudáveis, o atraso no inicio do sono REM foi reduzido para menos de que 45 minutos
quando 5 a 10g de triptofano foi dado na hora de se recolher(1).
Aminoácido essencial, glicogênico e cetogênico. As necessidades diárias de um adulto do sexo masculino são de
3,5mg por Kg de peso corporal. Na rota do catabolismo do triptofano, é formada a 3-hidroxiquinurrenina a partir da
quinurrenina e subseqüentemente um grupo amino é quebrado na forma de alanina pela quinurreninase. Um outro
metabólito intermediário da reação catalisada pela quinurreninase é o ácido 3-hidroxiantranílico, que é decomposto em
ácido a-cetoadipínico e oxidado através de uma via similar a ß oxidação. Existe um outro caminho no qual o ácido 3-
hidroxiantranílico entra na síntese do ácido nicotínico através do ácido quinolínico. Além do mais, o triptofano é
convertido em serotonina através do 5-hidroxitriptofano e metabolizado em melatonina na epífise. No mais, muitas
substâncias ativas fisiologicamente de ocorrência natural, tais como o ácido indolacético, um tipo de fitohormônio, e a

estricnina, um tipo de alcalóide indolólico, são derivados do triptofano(4).
O triptofano é um aminoácido essencial utilizado pelo cérebro, juntamente com a vitamina B3, a niacina (ou niacinamida) e o magnésio, para produzir a serotonina, um neurotransmissor importante no processo bioquímicos do sono e do humor.

É importante ressaltar que, embora o triptofano eleve os níveis de serotonina seu consumo na forma de lactíneos, peixe, carne etc não faz efeito significativo sobre a produção de serotonina no Sistema Nervoso Central. Isso ocorre pois o triptofano não é o único aminoacido presente nesses alimentos, assim, há uma "competição" com outros aminoácidos na absorção. Desse modo a maior parte do triptofano presente nos alimentos não é utilizada.

Alimentos como a banana possuem serotonina, mas esta não tem a capacidade de atravessar a Barreira hematoencefálica, portanto não tem ação sobre o humor e a depressão.

(fonte: Young S.N - How to increase serotonin in the human brain without drugs - Journal of Psychiatry and Neuroscience)

Para comprar: tati@tatibijoux.com

segunda-feira, 16 de julho de 2012

GANHO DE PESO

Depois dos 40 ANOS de idade.

A mudança nos níveis hormonais após a menopausa leva a alterações no formato do corpo.
A tendência a partir dessa fase da vida é ganhar volume no abdome e perder nos quadris e coxas. A proporção entre gordura corporal e massa muscular ou magra também se modifica, mesmo em mulheres que mantiveram o mesmo peso ao longo da vida. Enquanto uma jovem de 25 anos com 58 quilos, por exemplo, tem 27% de gordura na composição de seu peso, a mulher de 50 anos e mesmo peso terá 40% de gordura corporal.
Sem dúvida o estilo de vida e a dieta estão associados a essas alterações. Mulheres que levam vida sedentária e comem mais do que gastam de energia podem sentir mudanças no formato e proporção de gordura no corpo no início da década dos 40 anos, ou seja, bem antes da época da menopausa.
A prática de exercícios aeróbicos e de musculação é capaz de reverter essa tendência, além de melhorar muito a condição física das mulheres durante e após a menopausa. Atividades vigorosas como corrida, ginástica e levantamento de peso levam o músculo a exercer sobrecarga sobre o osso, o que estimula o processo de reconstituição óssea permanente de nosso esqueleto
É preciso ter cuidado com as refeições para não engordar na maturidade. O metabolismo fica mais lento já a partir dos 40 anos e as necessidades calóricas diminuem em média 2% ao ano.Mulheres entre 23 e 50 anos precisam de 1.600 a 2.400 calorias diárias (média de 2.000 calorias). Entre 51 e 76 anos suas necessidades caem para 1.400 a 2.000 calorias (média de 1.600 calorias). Um excesso diário de 200 calorias pode significar o aumento de 10kg no peso ao final de um ano.
A redução de 500 calorias no consumo diário pode levar a perda de cerca de 500 gramas de peso por semana. Mulheres que desejam perder peso, além de comer menos precisam queimar calorias por meio da atividade física e não limitar exageradamente a quantidade de calorias consumidas no dia-a-dia.
Dietas com menos de 1.200 calorias diárias dificilmente fornecem as quantidades adequadas dos nutrientes essenciais. Os regimes drasticamente hipocalóricos, com menos de 600 calorias por dia, são contra-indicados para mulheres em diade de pós menopausa. Podem provocar disfunção cardíaca e morte.
O correto é alimentar-se de maneira equilibrada, reduzindo a ingestão de calorias com refeições leves, pobres em gordura e açúcar e incorporando à rotina a prática de exercícios. Andar rápido (cerca de 5Km por hora) triplica o gasto energético em relação ao que é consumido em repouso. Nadar vigorosamente aumenta o gasto calórico quatro a cinco vezes e subir degraus ou andar de bicicleta (cerca de 18Km por hora) eleva-o em seis vezes.

O QUE COMER DIARIAMENTE
Frutas e Vegetais ricos em vitamina C: frutas cítricas, morango, melão e tomate. Folhas verde-escuras como brócolis, ervilha e couve, que fornecem cálcio e vitamina A . Frutas e vegetais amarelo-escuros como manga, cenoura e abóbora, que têm vitamina A .Vegetais crucíferos: repolho, brócolis, couve-flor e nabo, que contêm cálcio.
Quatro porções diárias.
  • Grãos e Cereais: de preferência grãos integrais porque os produtos refinados não contêm fribras e oligoelementos, que são fundamentais. Muitas vezes, as mulheres restringem os amiláceos (batata, milho, trigo) com o objetivo de cortar calorias mas esses alimentos são excelentes fontes de nutrientes e não contém muitas calorias, a menos que se lhes adicione gordura.
    Quatro porções.
  • Leite e Laticínios: ricos em cálcio. Leite desnatado ou pobre em gordura, iogurte e queijo branco são preferíveis aos produtos integrais. Os dois últimos devem ser consumidos em quantidades limitadas. As mulheres com intolerância à lactose que podem consumir iogurte.
    Duas a quatro porções.
  • Alimentos Protéicos: dar preferência a legumes, peixes, aves e carnes magras. Antes de preparar a carne retirar dela toda a gordura visível. O consumo da pele de aves não é recomendável por ser rica em gordura. Restringir ou evitar defumados e conservas.
    Duas porções.
  • Outros Alimentos: consumir gorduras em quantidades reduzidas, tais como manteiga, margarina, óleos, maioneses, cremes e frituras. A manteiga e a margarina possuem o mesmo teor de gordura e caloria: a diferança é que a margarina, produto vegetal, não contém colesterol.
  • Doces: açúcar é açúcar, independente de sua origem. Assim, o açúcar natural possui o mesmo valor calórico que o açúcar refinado. A diferença é que o açúcar natural é mais nutritivos do que o refinado.
Para evitar consumir gordura basta escolher os alimentos da tabela 2 e prepará-los sem adicionar manteiga, óleo ou margarina.
  • Algumas dicas:
1. Utilize panelas antiaderentes para cozinhar sem manteiga ou óleo.
2. Use vinho seco, suco de frutas e vegetais nas saladas em vez de manteiga e cremes. Substitua os cremes picantes e maionese por iogurte desnatado.
3. Use um escorredor para eliminar a gordura de carnes que foram assadas ou tostadas.
4. Prefira consumir amido e fibras fornecidas por frutas e vegetais frescos e grãos integrais.
5. Reduza gradativamente a quantidade de sal e açúcar dos alimentos cozidos, de modo a acostumar o paladar.
6. Aumente o uso de ervas, condimentos e temperos no preparo dos alimentos, que realçam o sabor quando eles contém pouco ou nenhum sal.
7. Leia os rótulos das embalagens que fornecem informações sobre a quantidade de açúcar e sal de seu conteúdo e prefira aquelas com teor menos desses dois elementos.

Matéria do site Menospausa.

terça-feira, 27 de março de 2012

Óleo de coco

O óleo de coco traz muitos benefícios para a saúde e o emagrecimento. Segundo uma pesquisa realizada este ano pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, o óleo de coco diminui a fome e aumenta o gasto calórico. "Ele também combate a flacidez e o colesterol ruim, aumenta a saciedade e melhora o funcionamento do intestino"



Ele também é rico em ácido láurico, um tipo de gordura de ação antibacteriana, antifúngica, antiviral e antiprotozoária, sendo demonstrado em diversos estudos suas ações em casos como candidíase e gastrite bacteriana (Helicobacter pylori), funcionando como um potente imunodulador. Tem baixo potencial alergênico e deve-se consumir em uma quantidade de 2 a 3 colheres de sopa ao dia. Recomenda-se começar seu consumo com uma pequena quantidade (equivalente a meia colher de sopa) e ir aumentando gradualmente. 


O consumo excessivo pode levar a diarreia e sem o acompanhamento nutricional e exercícios físicos pode levar a ganho de peso. Ele é estável quando submetido a altas temperaturas, portanto, deve-se utilizá-lo em preparações frias, como saladas, sucos, shakes, em torradas e tapiocas, e na finalização de pratos quentes. 
 

OS BENEFÍCIOS DO ÓLEO DE COCO
O coco é um alimento subestimado na alimentação moderna. Trata-se primariamente de um alimento funcional.
Alimentos funcionais são aqueles que promovem benefícios à saúde que vão além da simples função nutritiva. É exatamente o que o coco e seus produtos (coco desidratado e óleo de coco) são.
Como alimentos funcionais, eles provêem energia e matéria-prima para a construção de ácidos graxos que possuem ação antimicrobiana no organismo humano.
Aproximadamente 50% da gordura do coco são composta pelo ácido láurico, um ácido graxo de cadeia média que, no corpo humano, é transformado em monolaurina, um mono glicerídeo que possui ação antiviral, antibacteriana e anti-protozoária, usado pelo organismo para destruir a camada lipídica de vários microorganismos como HIV, herpes, citomegalovirus, influenza, Helicobacter pzylori, Listeria monocytogenes,
Staphylococcus aureus, Streptococcus agalactiae, estreptococos dos grupos A, F e G, Cândida albicans, Chlamydia, Neisseria ghonorreae, Giárdia, entre outros. Por outro lado, a monolaurina parece não exercer nenhum efeito sobre as bactérias colonizadoras do intestino, apenas em bactérias potencialmente patogênicas.
 Seis a 7% dos ácidos graxos do coco são compostos pelo ácido cáprico, também transformado no organismo humano, a monocaprina, e também com propriedades antimicrobianas contra HIV, Chlamydia e herpes.
 A gordura do coco leva à normalização dos lipídeos (gorduras) corporais, protege o fígado dos efeitos do álcool e aumenta a resposta imunitária contra fungos, bactérias e protozoários; também se mostrou benéfica no combate aos fatores de risco para doenças cardíacas. Uma dieta rica em óleo de coco não aumenta o colesterol e nem o risco de mortalidade ou morbidade por doença coronariana, uma vez que, tem a propriedade de aumentar a fração HDL do colesterol (“colesterol bom”).
 O óleo do coco é livre de gordura trans e possui alto teor de ácidos graxos de cadeia média (ácido láurico), idênticos aos encontrados no leite humano. Além do mais, reduz o risco de doença cardíaca e coronariana, reduz o risco de câncer, regulariza o ritmo intestinal, ajuda a controlar o diabetes, aumenta os níveis de energia, melhora a digestão e absorção de nutrientes, aumenta o metabolismo, ajuda na perda de peso (ação “fat burner”), ajuda a prevenir a osteoporose, mantém a pele macia e previne o envelhecimento precoce.
 Outros óleos vegetais são compostos basicamente de ácidos graxos de cadeia longa e armazenados no organismo como gordura corporal, ao contrário do óleo de coco, naturalmente usado como energia para o metabolismo.
Dr. Arnoldo Velloso
Neurologista, Geriatra e Nutrólogo – CRMDF 211

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Quais AS FARINHAS SEM GLÚTEN?

Amido de Milho:


O amido de milho tem consistência gelatinosa e delicada, de sabor neutro, sendo por isso, incluído em receitas de molhos, cremes e mingaus. Ao ser levado ao fogo, deve ser mexido continuamente para evitar a formação de grumos e sofrer ação lenta do calor. É a nossa popular Maizena, encontrada em qualquer supermercado ou mercearia.




Farinha de Amaranto: 

É rica em proteínas, nos aminoácidos lisina e methionina, tem três vezes mais fibras e ferro do que a aveia; boa fonte de cálcio, potássio, fósforo, magnésio e vitaminas A, K, B6 e C e E o que a torna uma farinha bem nutritiva. Tem uma cor mais escura. Combina muito bem com bolos de chocolate, cookies e pães escuros. Aqui no Brasil podemos encontrar os grãos, os flocos e a farinha, comercializados pelas marcas: Mãe Terra, Jasmine e Vitalin e vendidos em boas lojas de produtos naturais. Também podemos comprar a granel em mercearias como a que tem online: Empório Sabor da Terra.


Farinha de Quinoa:

A quinoa é um grão que teve seu cultivo iniciado há mais de cinco mil anos nos Andes bolivianos, assim como o milho e a batata, era a base da alimentação no império Inca onde era considerado um "Grão Sagrado". Com a conquista espanhola, as plantações deste cereal deram lugar ao trigo e a cevada trazidos da Europa pelos conquistadores da nova terra.
Quinoa é o único cereal composto por todos os 16 aminoácidos necessários a uma vida saudável e seus componentes equivalem aos do leite materno. Possui principalmente as vitaminas A, B6 e B1 e, em menores quantidades, as vitaminas E e C. É rica em minerais, como ferro, fósforo e cálcio. Não tem nenhuma contra-indicação, rico em proteínas.
Combina com todos os tipos de assados incluindo bolos, cookies, pães, biscoitos. Tem um sabor bastante acentuado e por isso deve ser usado no máximo 1/4 de xícara da farinha em receitas.

Farinha de Amêndoas: 

É obtida através da moagem de amêndoas (ou ainda de amendoins, nozes, pistaches, castanhas de cajú e do Pará). Esse tipo de farinha é um alimento muito completo em nutrientes, pois são ricos em proteínas, vitaminas, lipídios, carboidratos e sais minerais e não é metabolizado como um amido e sim como um vegetal, sendo por isso indicada em dietas isentas de farinhas ou grãos, como o caso da Dieta de Carboidratos específicos. Apesar do alto valor calórico, pois tem gordura insaturada, seus óleos são bons para o organismo, pois servem de veículo de transporte para a vitamina E, que é lipo solúvel (solúvel em gordura).Estas farinhas podem ser utilizadas no preparo de doces, bolos e pães, agregam sabor e maciez ao preparo. Pode substituir o leite em pó nas receitas de pães. É uma farinha cara, podendo ser substituída pela farinha de castanha de cajú, bem mais barata em nosso país. O inconveniente desta substituição é que a farinha de castanha de cajú é mais escura e altera a cor do produto finalizado.

Farinha de Araruta: 

Esta farinha é obtida de uma  espécie do gênero Maranta, é do rizoma desta planta que é extraída a fécula bastante parecida com a mandioca. Considerada como um alimento de fácil digestão, a fécula da araruta é usada no preparo de mingaus, bolos e biscoitos. Por esta característica, é indicada para idosos, crianças pequenas e pessoas com debilidade física ou doentes em recuperação.
Mas atenção, a fécula de araruta vendida nas grandes mercearias a granel geralmente são falsificadas, fécula de mandioca vendida como araruta. Isto é um problema para alérgicos como o meu filho. 
Para ter certeza que a fécula é puramente de araruta é só fazer o seguinte teste: A fécula da araruta pura misturada com água quente proporciona uma pasta transparente, caso seja falsificado, a pasta fica gosmenta. É uma farinha com sabor neutro. Pode ser usada no lugar da farinha de tapioca e amido de milho.A verdadeira fécula de araruta pode ser encomendada neste link.

Farinha de Arroz Branco:

A farinha de arroz é conhecida por sua fácil e rápida digestão no organismo, muito superior à do amido de milho, o que torna a farinha de arroz especialmente indicada para alimentos infantis, idosos e pessoas com necessidades especiais de alimentação. Pode substituir a farinha de trigo em quantidades iguais. Aqui no Brasil pode ser comprada a granel, ou em embalagens de 200g e 1kg em lojas de produtos naturais. Eu prefiro o creme de arroz por ter uma textura mais fininha. O creme de arroz é encontrado em qualquer bom supermercado comercializado pelas marcas Yoki ou Ferla.

Farinha de Arroz Integral:

É mais pesada que a farinha de arroz branco, é rica em sais minerais, carboidratos, proteínas e fibras. É obtida da moagem dos grãos de arroz integrais e por isso é possível notar a sua textura, um pouco granulada.Encontrada em lojas de produtos naturais, inclusive de origem orgânica.

Farinha de Arroz Moti: 

Farinha obtida a partir de grãos de arroz glutinoso (espécie Oryza glutinosa) que é um tipo de arroz de grão curto, oriundo da Ásia, que se torna particularmente pegajoso após a cozedura. É chamado glutinoso no sentido de ser pegajoso e não no sentido de conter glúten. A farinha de arroz moti pode ser encontrada em lojas de produtos naturais comercializada pela Bifum.

Farinha de Banana Verde: A fruta verde é usada para fabricar a farinha que tem grande valor nutricional. É um alimento prébiótico, é absorvida no intestino grosso alimentando a flora intestinal e assim gerando benefícios pra saúde, aumentando a absorção de nutrientes, combatendo a disbiose, aumentando a motilidade e protegendo a mucosa intestinal o que ajuda com as alergias. Para completar, tem pouco açúcar e grande quantidade de amido resistente, substância que dificulta a absorção de gorduras e da glicose. É escura, tem sabor forte e dá bastante liga. Em receitas deve ser usada no máximo na quantia de 1/4 de xícara.

Farinha de Grão de bico:

É uma rica fonte de proteínas e do aminoácido triptofano usada pelo organismo para a produção de um neurotransmissor chamado serotonina, responsável pela ativação dos centros cerebrais que dão sensação de bem-estar, satisfação e confiança. Contém também amido, vitaminas do complexo B, fibras solúveis e minerais como o ferro, potássio, zinco. Na forma de farinha não perde nenhuma de suas qualidades.  Contém também magnésio, mineral importante para a função celular além de ser um alimento rico em ferro e cálcio.
É encontrada a granel em lojas do tipo mercearias ou cerealistas e em embalagens pela empresa Sri Maa.
Um substituto bem brasileiro e que pode ser utilizada no lugar da farinha de grão de bico, é a farinha de acarajé ou farinha de feijão fradinho. 


Farinha de Milho Amarelo - Fubá: 

A farinha de milho é obtida através do processo de torração do grão de milho, previamente macerado, socado e peneirado, e se apresenta sob forma de flocos. É encontrada em várias granulometrias. O mais utilizado em nossas receitas é o fubá, farinha de milho bem fininha.


Farinha de Milho Branco - Conhecida também como Farinha de Acaçá:

É uma farinha nobre com baixo teor de gordura, menos calorias e bastante utilizada no Sul do Brasil, principalmente por seu sabor suave. Utilizada em entradas, pratos principais e sobremesas, pode substituir até 1/3 da farinha de trigo utilizada no preparo de cremes, bolos e tortas, tornando essas receitas mais saborosas e nutritivas.

Farinha de Trigo Sarraceno:

Também conhecida como farinha de trigo, trigo mouro ou cashe moído. 
Embora o nome possa confundir, não tem relação nenhuma com o trigo. Tem um sabor intenso e é escura, e por isso é usado em dosagem bem pequenas para não sobressair sobre os demais ingredientes. 
Possui ótimo valor nutritivo, é rico em proteínas, fibras, e ferro. Além disso, contém vitaminas do complexo B e minerais como magnésio e fósforo. 



Polvilho Azedo: 

O polvilho azedo é um derivado da fécula de mandioca. Ele é um amido modificado por oxidação, com a propriedade de expansão que outros amidos nativos não têm. A expansão sem uso de agentes levedantes (fermento químico ou biológico) permite seu uso na fabricação de biscoitos de polvilho e pães de queijo. É encontrado em qualquer supermercado ou mercearia. 


Polvilho Doce ou Fécula de Mandioca:

A fécula de mandioca, também chamada de polvilho doce, é usada na culinária de forma semelhante ao amido de milho (maisena). Além disso, possui um custo menor do que os outros amidos. É encontrado em qualquer supermercado ou mercearia.



Farinha de Tapioca:

A tapioca é um produto granulado obtido através da transformação parcial da fécula de mandioca em goma, possui grãos esféricos e regulares.É usada especialmente para pudins e cremes.

Fécula de Batata:

Tem excelente propriedade na panificação, especialmente quando combinado com ovos.
É bem finininha e tem um leve sabor de batata mas fica camuflado quando usado em receitas.Também encontrada em qualquer bom supermercado.

Farinha de linhaça dourada:

É rica em Ômegas 3 e 6: aumentam a defesa imunológica, previnem problemas de coração e doenças autoimunes (como atrite reumatoide) e ainda combatem os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento precoce; em fibras solúveis que melhoram o trânsito intestinal; em caroteno que combate problemas de pele, como dermatites e ressecamento; em Ferro e Zinco que fortalecem o sistema imunológico e  em vitaminas E e C que combatem o envelhecimento precoce.


Farinha de coco:

A novidade nos Estados Unidos é a farinha de coco. A Farinha Orgânica de Coco é um alimento funcional, integral, com alta concentração de fibras, obtido da amêndoa de cocos saudáveis e maduros, sem adição de açúcar ou qualquer aditivo químico ou conservante. Melhora o funcionamento intestinal, ajuda a regular o açúcar no sangue protegendo contra o diabetes, auxilia na prevenção contra doenças cardíacas, contribui para perda de peso, possibilita bem estar geral ao organismo, protege a sua saúde por não conter substâncias químicas tóxicas.

Obs:
Matéria do Blog: Cozinha Sem Glúten e Sem Leite by Claudia Marcelino

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Refrigerantes

O que acontece quando você acaba de beber uma lata de refrigerante? 
Primeiros 10 minutos:

10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente.
Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto.
20 minutos:
O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina.
O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura. (É muito para este momento em particular.)
40 minutos:
A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente.
Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonteiras.

45 minutos:

O corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo. (Fisicamente, funciona como a heroína.)
50 minutos:
O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo.
As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina.
60 minutos:
As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina.
Agora é garantido que porá para fora cálcio, magnésio e zinco, os quais seus ossos precisariam.
Conforme a onda abaixa você sofrerá um choque de açúcar.
Ficará irritadiço.
Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo.
Lembre-se:
Pense nisso antes de beber refrigerantes.
Se não puder evitá-los, modere sua ingestão!
Prefira sucos naturais.
Seu corpo agradece!*

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

GLÚTEN

O Que é o GLÚTEN?

O glúten é uma substância fibrosa, elástica, pegajosa, de coloração âmbar, formado pelas proteínas quando a farinha de trigo é misturada com água e submetida a mistura mecânica.
É o responsável pela retenção dos gases da fermentação, o que promove o crescimento dos pães. Também retém a umidade da massa e do pão depois de assado, além de promover a elasticidades desta.
Encontrado na farinha (a de trigo é a mais rica neste composto), o glúten é composto por dois grupos de proteínas: as gliadinas e as gluteninas. As primeiras são prolaminas responsáveis pela extensibilidade da massa. Já as gluteninas são as responsáveis pela elasticidade da massa.
Quando a farinha é misturada com a água, sob esforço mecânico, essas duas proteínas hidratam-se formando um complexo protéico pela sua associação através de pontes de hidrogênio, ligações de van der Waals e ligações dissulfito, este complexo é o que chama-se glúten.
As características desejadas para o glúten podem ser alteradas por diversos fatores como, por exemplo, se o teor de água for insuficiente, não haverá a completa formação deste. A propriedade de extensibilidade pode ser afetada pela falta de lipídios e pelo excesso de oxidação. A resistência do glúten pode diminuir com o excesso mecânico ou com a presença de enzimas proteolíticas, que destroem a cadeia peptídica.

Há quem suspeite que esse ingrediente, encontrado em pães e massas, seja o novo inimigo da balança — e da saúde. Os especialistas, no entanto, acreditam que isso não passa de mera falácia.
A Dieta sem Glúten vem sendo recomendada como única forma de tratamento para a Doença Celíaca desde a década de 1950. Mas como a doença até pouco tempo atrás era considerada rara, pouco se falava dessa dieta e do seu tratamento.

Nos quadros de alergia ao trigo/glúten, também se recomenda uma dieta sem glúten. Uma das diferenças entre esse tipo de alergia (mediada por IgE) e a doença celíaca é que, no caso da alergia existem medicamentos e vacinas para minimizar os sintomas ou dessensibilizar a pessoa das reações ao alimento alergênico. Na doença celíaca ainda não existe cura para essa reação auto-imune ao glúten e o único tratamento é uma dieta rigorosa isenta de glúten por toda a vida.

Hoje sabemos, através de estudos de pesquisadores americanos, australianos e europeus, que muitas pessoas tem problemas com o trigo e o glúten, além dos alérgicos e celíacos. A SENSIBILIDADE AO GLÚTEN representa uma gama de situações, abrangendo desde as pessoas com leve intolerância a essa proteína até os quadros graves de alergia alimentar e os de doença celíaca (para saber um pouco mais sobre a Sensibilidade ao Glúten leia a pesquisa do Dr Alessio Fasano - USA - http://www.biomedcentral.com/1741-7015/9/23 e visite os sites: e http://gluten-intolerance-symptoms.com/ ). Hoje já se fala em 20% da população ter sensibilidade ao glúten.

No Brasil, profissionais de saúde ligados à Terapia Ortomolecular (dieta do tipo sanguíneo) e à Nutrição Funcional (dieta hipoalergênica) vem recomendando uma dieta sem glúten a seus pacientes, independente de serem celíacos (leia o texto da Dra Noadia Lobão: Alerta para dieta sem glúten ). Também temos visto o uso da dieta sem glúten no autismo (transtorno global do desenvolvimento - leia o blog: Receitas sem glúten e sem caseína da Claudia Marcelino).

Assim, são muitas pessoas a retirarem essa proteína de sua alimentação cotidiana.

Alguns cuidados que podem facilitar sua vida:


Nunca reutilize óleo que já foi usado para a fritura de alimentos empanados com farinhas que contenham glúten;

Não asse no mesmo forno, ao mesmo tempo, alimentos com e sem glúten (lasanha e carne, por exemplo);

Não esquente o pão de um celíaco na mesma sanduicheira que utiliza para torrar os pães comuns;

Lave bem os recipientes onde pretende guardar os alimentos sem glúten. Passar um pano apenas, não os descontamina.

Para aumentar a quantidade na embalagem, alguns fabricantes acrescentam cevada ao pó de café. Portanto, evite tomar café em locais que você não sabe a marca do produto utilizado;

Quando for a algum restaurante, opte por alimentos mais simples e sem molhos, como saladas, arroz e carnes grelhadas;

Tenha sempre um alimento de emergência (fruta, biscoitos, etc) na bolsa ou mochila.
Fonte: Revista Vida sem Glúten e sem Alergias 

Obs: Principais Doenças relacionadas com o glúten:

As pessoas portadoras de doença celíaca têm uma hipersensibilidade ao glúten. Nestas pessoas o glúten provoca danos na mucosa do intestino delgado, impedindo uma digestão normal. Após eliminar o glúten da dieta, o intestino volta a funcionar com normalidade. Outra manifestação de intolerância é a presença de lesões na pele chamada dermatite herpetiforme.

Os autistas podem ser sensíveis ao glúten e à caseína (uma proteína presente no leite). Ambas as substâncias parecem ter um efeito opiáceo nestes indivíduos.
Foi comprovado que quando ingerido em excesso, o glúten causa diminuição da produção da serotonina, o que leva a um quadro de depressão.

Glúten nos cereais

O glúten pode ser encontrado nos seguintes cereais: trigo, cevada, aveia e centeio.

Não possuem glúten:
* Arroz de todas as variedades
* Milho
* Quinoa
* Soja
* Sementes de Amaranto
* Sementes de Girassol

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QUINOA


PROPRIEDADES NUTRICIONAIS

A quinoa foi escolhida pela Nasa por ser uma ótima fonte de proteínas de

alto valor biológico e fornecer todos os aminoácidos essenciais necessários para a

formação de enzimas e de massa muscular e para todo o funcionamento orgânico.

Os aminoácidos essenciais não são produzidos pelo organismo humano e, por

isso, é preciso buscá-los na comida. As principais fontes são os alimentos de

origem animal. 'Como tem uma quantidade muito grande de proteínas e todos os

aminoácidos essenciais, além de ser rica em ferro e zinco, a quinoa é de especial

interesse para o vegetariano. Aquinoa ainda fornece magnésio, potássio,

manganês, vitaminas B1, B2, B3, D e E. Para completar, é um alimento rico em

fibras também bastante calórico 100 gramas correspondem a 450 calorias.

O amaranto possui grande potencial nutritivo. A semente possui cerca de

15% de proteínas, que tem uma qualidade biológica comparável à do leite e

superior a de outros vegetais, como a soja e o feijão. O amaranto também é rico

em fibras e pode ser utilizado como fonte de zinco, fósforo e cálcio, elemento

pouco encontrado em vegetais. Experiências realizadas com coelhos de

laboratório na FSP, que tiveram seu colesterol aumentado por uma dieta,

demonstraram a capacidade do amaranto em reduzir os níveis plasmáticos de

colesterol. O amaranto é um arbusto que pode atingir até 2 metros de altura, com

folhas grandes e panículas (tufos semelhantes às espigas) que concentram as

sementes. "As folhas podem ser cozidas como a couve". Para a produção de

farinha, é necessário extrair das sementes o óleo, que tem altos níveis de ácidos

graxos insaturados e também poderia ser usado na alimentação.

INDICAÇÕES:

Não há restrições para o consumo daquinoa e amaranto, mas o público-

alvo são os portadores de doença celíaca (intolerância a alimentos à base de trigo,

centeio, cevada e aveia), já que ela é totalmente isenta de glúten e ainda possui

outras características como proteína de qualidade, em quantidade superior à dos

cereais; amido com grânulos pequenos, que facilitam a produção de alimentos

congelados; fração de gorduras que auxiliam na redução do colesterol; vitaminas

(em especial a E) e minerais, como o cálcio, o magnésio, o manganês e o ferro em

quantidades que superam com vantagem os cereais. Assim, eles estarão

incorporando opções para diversificar os alimentos e aumentando as chances de

levar uma vida normal. Certamente, os que sofrem dessa enfermidade genética

passarão, ao longo do tempo, a perceber os demais benefícios de seu uso. Os

atletas devem ingeri-la antes e depois das provas, pois a quinoacontém ômega 3

e ômega 6, auxiliares no armazenamento de glicogênio nos músculos; as

crianças, como alternativa ao leite de vaca; e os idosos, porque se trata de um

alimento rico em lisina, aminoácido que ajuda a fortalecer a imunidade e amelhorar a memória.

 
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